quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Sou capitalista, e dai?

Esse texto representará uma opinião completamente minha qualquer semelhança com a realidade não é mera coincidência.
Eu peço perdão aos socialistas, “pseudomarxistas” e derivados, mas eu sou completamente capitalista, e não tenho muitos dos preceitos religiosos/morais que a maioria dos “seres humanos normais” tem, não acredito em deus e também não acredito no ser humano, assim, logicamente não acredito em qualquer forma de organização governamental que pregue a igualdade, não que não dariam certo, até daria, se fossem implantadas em outra sociedade que não fosse formada por seres humanos, por isso a minha rejeição ao comunismo ou socialismo, nenhuma dessas formas de governo daria certo com a raça humana, o homem não consegue viver longe do poder a essência de conquista está presente no DNA humano, comandar tudo e todos, o egoísmo está incrustado na essência do ser humano.
Partindo deste ponto, temos que considerar que já que vivemos nessa forma de associação, nessa forma de governo, temos que nos adaptar a ela, e não é conformismo, mas convenhamos que dividir a comida para todos assim como os bens de consumo e etc. não é bem uma regra desse regime que nos governa, o socialismo no papel é perfeito, mas a questão é que o ser humano não nasceu para compartilhar, não nasceu para dividir, ele nasceu para ser dominar, mandar, escravizar, e também, logicamente, para ser dominado, para ser mandando, para ser escravizado...
Não é uma questão de comodismo ou de aceitação, o capitalismo, das formas apresentadas até agora, é a que mais se encaixa nos princípios humanos, a que mais “deu certo” apesar da infinita desigualdade econômica, esse abismo que existe entre pobres e ricos chega a ser uma violência, políticas de impostos mais bem aplicadas seriam uma solução, assim como uma melhor distribuição salarial, mas isso é outra questão.
Isso tudo é cruel, eu sei, porem temos que ser realistas e deixar de lado um pouco a hipocrisia e o falso moralismo, noventa por cento dos “socialistas de carreira” não agüentariam viver uma semana em um regime verdadeiramente socialista. Lógico que sempre vai ter os que vão dizer “eu conseguiria perfeitamente viver em comunhão com o próximo”. Não duvido que existam pessoas assim, eu só não conheci nenhuma ainda, falar que pode dividir tudo com os outros tendo uma vida perfeita trancado em uma casa ou apartamento é fácil, quero ver na realidade.

Um comentário:

Rodrigo Rolfsen disse...

Muito boa argumentação