terça-feira, 13 de março de 2012
4 razões porque um Traumatismo Craniano é melhor que um amor não correspondido
segunda-feira, 12 de março de 2012
Conto: Lembrancas sob a lua
Era uma noite fria de novembro, atípica naquela região quente em que vivia, ele sozinho olhava a noite enquanto tomava um trago de um whisky barato, a lua estava linda, como sempre, ele a olhava e só queria se desvencilhar dos pensamentos que, em looping, rondavam sua cabeça desde a ultima vez que a tinha visto.
A luz da lua é forte, seu coração acelera só de lembrar dela, ela era linda em todos os sentidos, ele ainda lembrava do gosto do seu beijo dado a anos atrás, lembrava do seu cabelo preto, liso, longo e perfeito, do seu sorriso tímido, mas que contagiava tudo e todos e que sem querer o fez sorrir também, aquele que era sem duvida o sorriso mais lindo que havia visto.
Lembrou do seu abraço, forte, firme, mas que ele sabia que só buscava proteção, e ele, também se sentido protegido, a abraçava com tanta força que parecia querer sufocá-la, quem sabe buscando não deixá-la fugir.
Seu coração, ainda acelerado, não conseguia esquecê-la, e sua mente usava mil e um artifícios tentando apagar aquele sorriso lindo de seus arquivos, mas ele no fundo sabia que era inútil, que a lembrança era mais forte que qualquer tentativa que ele ousasse fazer de esquecê-la.
Depois de anos, tudo que fazia ainda a lembrava, e ele, abrindo novamente a garrafa e preenchendo o vazio do copo tentava afogar aquela linda lembrança, mesmo sabendo que era passageiro, como uma doença terminal que ameniza os sintomas durante um tempo, mas que você sabe que voltará e será ainda pior.
O álcool era um paliativo, que cada vez mais tinha um efeito menor, que cada vez mais o fazia lembrar e não esquecer.
Os sonhos, como se quisessem brincar com ele, volta e meia a traziam, cada vez mais linda em aventuras que ele talvez nem lúcido conseguiria criar, e ele, se pudesse tomar essa decisão, com certeza não iria querer acordar.
Já havia perdido as contas de quantas vezes havia jurado esquecê-la, mesmo sabendo que essas promessas não podem ser cumpridas, mesmo sabendo que a imagem dela estava tatuada em seu pensamento e que mesmo tendo até se apaixonado varias vezes, o amor por ela ainda estava impregnado em seu coração.
Mais um copo, mais uma lágrima, depois mais um soneto, quem sabe, por enquanto ele só queria estar ali, olhando para a lua e pela sua luz, sentido um pouco do calor dela novamente.
quinta-feira, 8 de março de 2012
30 anos, o fim da boêmia
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
Cancelamento do carnaval, ignorância, oportunismo e burrice.
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
Rolo sério, uma relação desleal com os homens
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
Síndrome do Baba baby: Quando a novinha danada cresce
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
Reprovação por falta, uma gigantesca injustiça.
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Lupicínio Rodrigues, um mestre, um idolo.
Ele externava em suas musicas, muitas vezes, casos que aconteciam em sua própria vida, em letras simples e de fácil entendimento popular.
Tem coisas que as vezes tão fácil julgamos
Que até nos achamos capaz de fazer
Até num coqueiro às vezes trepamos
depois não achamos por onde descer
Um arranhãozinho, uma simples batida
Tem feito ferida capaz de matar
Por isso que eu sempre vos disse querida
Que a gente na vida deve se cuidar
Você por exemplo jamais pensaria
Que uma fantasia em um carnaval
Um simples prazer de uma noite de orgia
Pudesse algum dia causar tanto mal
Matar um amor que já tem tantos anos
Criar um inferno dentro do seu lar
Fazer do meu peito uma caixa de ódio
Como um coração que não quer perdoar
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
A escolha de algumas em serem lanchinhos da madrugada
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Paixão não se escolhe, amor sim.
Paixão é diferente de amor, e isso eu acho que nem preciso discorrer muito a respeito, pois é uma questão clara, quem acha que é a mesma coisa por favor pressione Ctrl+W.
A paixão é uma coisa física, biológica e independe completamente da nossa vontade para acontecer, ela pode surgir apenas com um olhar (sim, é possível), com uma conversa, um beijo, uma noite insana de sexo, uma noite de sexo mais ou menos, mas com um antes e depois que compensa, enfim, das mais diversas formas.
Da mesma forma que a paixão acontece rápido e indolor ela também se vai, mas antes de ir ela pode evoluir pro amor, e ai sim fica MUITO difícil você se desvencilhar, é como se a paixão fosse uma doença sexualmente transmissível que evoluísse pra uma muito mais forte, o amor.